Estacionamento Rotativo

27/01/2011

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A partir do dia 31 de janeiro entra em vigor o Estacionamento Rotativo nas principais quadras do centro de Bagé. Há alguns dias já vem sendo tomadas iniciativas como:
  • Capacitação dos monitores que atuarão na fiscalização;
  • Distribuição de panfletos explicativos;
  • Divulgação na imprensa local;
  • Pintura do meio-fio das calçadas da área azul;
  • Divulgação dos pontos autorizados a vender o cartão de estacionamento.

Tenho uma dúvida quanto aos estacionamentos de motos que ficam (ou ficavam) localizadas na futura área azul, pois até o momento não vi informação a respeito. De qualquer forma, a lista abaixo traz os pontos de venda dos cartões de estacionamento, que são dois (um vermelho, que dá direito ao motorista de usar o estacionamento por até 30 minutos e é comercializado no valor de R$ 0,50; e um amarelo, que dá direito a estacionar no local por 1 hora e é vendido por R$ 1,00). Note-se que poderão ser utilizados no máximo 2 cartões amarelos, portanto devendo o veículo permanecer no local por no máximo 2 horas.


PONTOS DE VENDA

  • SINDILOJAS - Gen. Neto, 19, 8º andar do Edifício Bagé, Centro
  • Padaria Pão Nosso - Barão do Itaqui, 308 - bairro Getulio Vargas
  • Intuição Acessórios - Sete de Setembro, 1171, Centro
  • Loja Mandala Tribos - Sete de Setembro, 1066, Centro
  • Microeletrônica - Presidente Vargas, 44, Centro
  • Loja Waffa - Bento Gonçalves, 31 E, Centro
  • LEB Editora e Distribuidora de Livros Ltda - Sete de Setembro, 1314, Centro
  • Cine 7 - Sete de Setembro, 1062, Centro
  • Loja Perfil - General Neto, 150, sala 02, Centro
  • Farmácia Alves - Mal. Floriano, 1001, Centro
  • Agafarma - Sete de Setembro, 1200, Centro
  • Lotérica Alves - Gen. Osório, 1086, Centro
  • Farmácia Alves - Bento Gonçalves, 186 D, Centro
  • Loja Barriga Verde - Sete de Setembro, 1043, Centro
  • Loja Sola e Tela - Sete de setembro, 1106, Centro
  • Padaria Affonso - Sete de Setembro, 1142, Centro
  • Loja Bella Casa - Sete de Setembro, 868, Centro
  • Agropecuária Tamanini - av. Santa Tecla, 821, Getulio Vargas
  • Lojas Obino - Toda a rede
  • Loja Parceria - Monsenhor Constábilie Hipólito, 38, Centro
  • Loja Maicha Langerie - Sete de Setembro, 729, sala 01, Centro
  • Loja FB Streetwear - Sete de Setembro, 1206, Centro
  • Peruzzo Supermercados - Toda a rede
  • Peruzzo Combustíveis - Toda a rede
  • Optica Conquistadora - Sete de Setembro, 1088, Centro
  • Farmácia São Francisco - Sete de Setembro nº 778
  • Loja Carioca Store - Sete de Setembro nº 1021

Trilhas

11/01/2011

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Difícil entender, não? Quando a gente chega num ponto do caminho e não vê estrada à frente. Às vezes, há os que encontram vários caminhos e dizem: estou numa encruzilhada. Como se a cruz se desfizesse com o tempo ou com a caminhada. Há quem caminhe sempre em linha reta e não perceba o que se passa ao redor. Também há as trajetórias curvilíneas, que parecem mais longas que as anteriores, mas podem trazer muitas surpresas, sejam elas de toda natureza: boas ou más.

Seguir o trajeto é um caminho individual. Não, não estou dizendo nada sobre individualismo. É sobre individual, sobre o indivíduo. Cada um com sua personalidade, criando as trilhas de sua passagem por esta ou aquela estrada. E não é que isso é real? Pode haver alguém caminhando ao nosso lado, mas não decidimos por seu ritmo, por seus passos, se faz paradas na estrada ou se decide escolher outro rumo. A caminhada é sempre sua, mesmo havendo alguém que caminhe ao seu lado. A decisão sobre os passos do outro não depende de tua vontade, mas da dele.

E de repente, em determinado ponto do caminho não há estrada à frente. O que fazer? O que isto significa? Quer dizer que já se chegou ao ponto de chegada? Talvez não, talvez seja o momento de abrir novos caminhos, de rumar para outras trajetórias. E abrir caminhos não é assim uma tarefa fácil. Por isso, às vezes encontramos clareiras de uma estrada que poderia ter sido aberta, mas não foi. Por isso, às vezes percebemos rastros de ida e volta... quem estava indo, por algum motivo resolveu voltar para a estrada já trilhada.

Ainda assim, o caminho não é único nem mesmo fixo. Essa é a vida. Tecida e trilhada por diversos caminhos que se entrecruzam e se perpassam sempre, mas que jamais será estática. Fácil entender, não? Difícil mesmo é criar coragem para não abandonar a caminhada. Lembre-se: é permitido parar um pouco para tomar fôlego, portanto não se envergonhe quando o cansaço chegar e você precisar sentar à beira do caminho para decidir como, quando e por onde retornar sua caminhada. Essa é a sua vida. Trilhe-a sem atropelar ninguém.

1ª de 2011

03/01/2011

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Há dias venho pensando no que escrever para a primeira postagem de 2011, mas percebo que meus pensamentos querem férias.
Começar um novo ano deveria ser a todo instante, a cada dia, a cada começo de semana, de mês. Não acham? Mas, de qualquer maneira é válida a intenção de desejar um ano de realizações, pois realizações são importantes em qualquer momento da vida.

Não é um novo ano se não me renasço em esperança e deixo que as atribulações cotidianas me dividam o pensamento entre o que eu gostaria que acontecesse e o que devo fazer; não é um novo ano se não consigo me renovar e fazer parte da mudança que desejo para mim e para os outros, pois refazer-se a cada dia é recriar motivos para a alegria estampar-se no rosto; a noite chega ao fim do dia não para trazer escuridão, mas para trazer o descanso de um dia que nasceu para buscarmos o caminho da evolução. A lua não aquece como o sol porque precisamos de ternura e para que possamos contemplar a natureza divina. Para olharmos o céu à noite e agradecermos pela dádiva de vivermos mais um dia. O sol nos aquece e dá força para criarmos oportunidades para o crescimento diário. Ambos são astros que trabalham em harmonia, ainda que em turnos diferentes. Nós também assim o deveríamos fazê-lo com nosso semelhante: atuarmos em consonância e não na vontade de que o próximo se afaste.
Não é um novo ano quando continuo cometendo os mesmos erros sem reconhecer que poderia aprender com as situações vividas. Experiência não são o que vivemos e sim o que aprendemos com o que vivemos. Aquilo que nos torna melhores. Seres contemplativos da Criação.
A paz é pregada a cada começo de ano, mas raramente cumprida em seu transcurso. O amor é desejo de todos, mas quem dá morada a ele quando tenta se aproximar? O perdão... esse menino carente de abrigo fica perambulando pela vida encontrando raras pessoas que lhe concedem atenção. Mas, ainda assim não posso dizer que não devemos desejar Feliz Ano Novo aos que se aproximam. Deveríamos, mesmo, dar oportunidades para o Novo Ano ser realmente aquilo que desejamos nos votos de Boas Festas.
Pois, não é um novo ano
se eu destruo o sonho de uma criança,
se eu aponto meu semelhante diante de um vacilo seu
se me escondo sob “mentiras piadosas”
se desrespeito o que é correto
se finjo não perceber que alguém precisa de ajuda
se desejo que o futuro seja bom apenas para mim
se espero. Apenas espero colher frutos sem plantar
Não é um novo ano
quando abandono um sonho
quando sou desonesto comigo
quando minto para mim e para os outros
quando finjo esquecer, mas jamais perdoo
quando a lembrança do que foi ruim transcende as coisas boas
Nunca será um bom novo ano se nós simplesmente deixarmos de sermos novas pessoas. Se nosso interior continuar amargo e sem fé e esperança.

Desejo a todos os leitores do Blog (que são poucos, porém muito especiais) um 2011 de felicidade e sucesso.  

inventário

21/12/2010

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No final do ano muitas empresas fazem inventário patrimonial, fecham para balanço. Em nossas vidas não é possível fechar, porém, ainda assim podemos parar um pouquinho para (re)avaliar o ano. O meu saldo? Bem, creio que não posso dizer que vou sair no vermelho, pois um ano a mais é sempre somatório, ainda que as experiências não tenham sido agradáveis.
Trago apenas a sensação de que eu poderia ter fechado mais a boca e só porque ter-me-ia sido mais útil. Nem todas as pessoas entendem palavras claras ditas por metáforas;
Poderia ter chorado menos e isso tem forte relação com as minhas escolhas. Escolhi ser adulta quando ainda carrego muito de menina... e o estrago foi tremendo.
Poderia ter me divertido mais, mas pensei que isso era somente para as pessoas felizes e deixei sempre para amanhã, e depois, e depois.
Talvez tivesse sido menos ingênua, mas não percebi quando, em alguns momentos, a sinceridade das pessoas estava presente no tom de voz, no olhar evasivo e em palavras mal colocadas.
De repente eu pudesse ter mentido menos para mim, fingindo que tudo no final daria certo. Nem sempre dá e isso é natural.
Quem sabe eu não devesse ter dado minha opinião, pois, muitas vezes o que interessa às pessoas é ouvir o que lhes convém e não o que é necessário ser dito.
E pior,
para minha defesa, meu único advogado devem ser minhas atitudes. Nunca, em hipótese alguma devo sequer imaginar que as pessoas ao meu redor terão a sensibilidade de compreender que eu só preciso de apoio, uma mão que se estenda e passos que caminhem ao meu lado.
Descobri da forma mais dolorida que amigos de verdade não se fazem em certos locais e que, às vezes, a minha entrega será vista como burrice.
Por isso... como lagarta, entro no meu casulo e espero que a fase da metamorfose me transforme numa bela borboleta, que se lançará em outros horizontes e possa, enfim, sentir-se feliz por não ter desistido de passar pela dor de formar asas.

Estudar e buscar palavras

19/11/2010

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Ao estudar para ter bagagem que me permita escrever meu trabalho de conclusão me deparo com palavras que ainda não internalizei. Algumas eu já busquei em dicionários, outras são novas. O certo é que para algumas palavras apenas o uso pode fazer com que eu me lembre delas em outro momento. E aí vem a necessidade de usar o dicionário. Sim, eu ainda uso, seja virtual ou impresso. E as palavras que me intrigaram hoje foram duas, que nem sei se usarei daqui um determinado tempo, mas o que custa saber e tentar não esquecer o significado? (O difícil pra mim é lembrar de conceitos e palavras lidas, mas eu tento).

Eis as palavras (ambas acepções retiradas do Dicionário Michaelis Online):
teleologia
te.le.o.lo.gi.a
sf (téleo+logo2+ia1) 1 Filos Teoria das causas finais; conjunto de especulações que têm em vista o conhecimento da finalidade, encarada de modo abstrato, pela consideração dos seres, quanto ao fim a que se destinam. 2 Dir Estudo especulativo da causa, da essência, alcance ou fim das normas legais. 3 Biol Interpretação das estruturas dos seres em termos de finalidade e utilidade.

obliterar
o.bli.te.rar
(lat obliterare) vtd 1 Fazer desaparecer pouco a pouco, mas deixando alguns vestígios; destruir com o uso; expungir, suprimir: O tempo obliterou os caracteres da inscrição. vtd 2Fazer esquecer: Nada lhe obliterará os feitos. vpr 3 Apagar-se o que estava escrito: Obliterou-se a legenda do quadro. vtd 4Obscurecer: O vício oblitera a razão. vtd 5 Macular de caso pensado: "Obliterar um selo" (Laudelino Freire). vtd 6 MedFechar, tapar (canal ou cavidade), obstruir: Obliterar um orifício. vpr 7 Med Fechar-se progressivamente (canal ou cavidade): O canal obliterou-se. vpr 8 Extinguir-se, ficar esquecido: Estranho ritualismo, que se vai obliterando.

E por fim, uma lembrança da ponte sobre o Rio Uruguai, na fronteira Uruguaiana - Paso de los Libres... E sim, eu esqueci de levar a câmera, então a foto é de câmera VGA do celular... Ao menos a intenção foi boa, não é?


Sem título©

11/11/2010

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Envolver-se emocionalmente, dizem, é complicado. Não sei se é mesmo, talvez não seja. O complicado é encontrar alguém que tenha as mesmas intenções que nós. Isso não é privilégio das mulheres, pois sei que acontece aos homens também. Provavelmente, eu já tenha decepcionado alguém que esperava de mim o que eu não podia destinar.
Às vezes, nós estamos apenas um pouco cansada, desiludidas, mas como outro dia disse no twitter, desilusão até é bom porque derruba ilusões, penso que não estou tão mal assim... O difícil mesmo é acreditar que alguma coisa pode acontecer. Torço para que as outras mulheres não se decepcionem tanto quanto eu nem abram tanto espaço para o sofrimento em suas vidas como eu fiz.
Foi por pressão psicológica de um lado ou de outro, mas sempre tomei decisões equivocadas. Isso é privilégio meu? Não, sinceramente, não. Acontece que algumas pessoas (como é o meu caso) levam muito mais tempo para aprender a agir corretamente com seus próprios sentimentos. Quisera eu que certas histórias não se repetissem, que eu não magoasse pessoas que não merecem mesmo sem ter intenção de fazê-lo. E, pensando bem... Melhor começar a ouvir os conselhos que tenho dado às amigas, em especial, à @Deisi_Costa...
E, então, agora é hora de recomeçar. Escolher o melhor dentre o que não entendo como melhor.