sem título

11/04/2010

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Quinta-feira apresentei (de novo) um trabalho sobre o TCC. Na verdade é o seguinte: no último semestre a prova oral de Espanhol era em formato de seminário, sendo que cada aluna deveria apresentar um determinado tema que escolhesse. Eu decidi falar sobre como elaborar um trabalho acadêmico e recebi um convite para apresentar novamente ao começar o semestre deste ano, para toda a turma, que no caso é a união da minha turma (vest 2007) com a turma anterior (vest 2006). Eu aceitei apresentar, claro, não é tão ruim assim. Ou melhor, não deveria ser, mas acontece que poucas pessoas do 06 não olham para a gente do 07 com desdém e esta é uma situação chata. E mesmo não falando da parte metodológica do como elaborar a monografia, senti como se não fosse um bom tema... ou melhor dizendo: apesar do convite ficou me parecendo que as meninas do 06 não se importaram muito com o assunto e, consequentemente, o professor passou a não dar muita importância. Será que é impressão minha ou houve sabotagem?

Bom, não dá nada. As pessoas amadurecem é através das adversidades, mas conforme suas atitudes diante delas. Não sei o nível da minha maturidade, mas hoje já não me importo muito com essas frescuras de sala de aula, em que há os preferidos pelo professor e há os "escanteados". Neste caso, não há como reverter certas situações, o bom mesmo é ter consciência de quem se é e do que se quer (ter ou ser) e deixar para lá esses joguinhos de vaidades e de afinidades. 

Pensando bem, o que eu quero mesmo é o meu diploma. E tomara que consiga fazer com ele o que desejo, porque sinceramente é muito triste quando a gente só tem ele guardado. E quanto às caras de nojo não posso fazer nada... um dia elas enrugam. rsrsrsrsrs

aula inaugural

27/03/2010

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Ontem aconteceu mais uma aula inaugural. Não fui, lógico. Talvez mudem os slides, mas é a mesma coisa sempre. De repente um dia saberemos de memória o que falarão. É bom mesmo para os calouros, porque eles são o novo na universidade, podem querer mudar algo e depois de um certo tempo perceberão que a caneta é de uma única pessoa. Chato isso...

Eu quero ter aula no prédio da universidade... que deve levar ainda muito tempo para ficar pronto. Pode ser que eu visite no dia em que for buscar meu diploma, mas tudo bem. Sem reclamações, porque isto amarga a vida e já está próximo da páscoa. Bah, nada a ver... (riso)

estágio II

23/03/2010

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Qual tua opção? Relatório ou artigo?

Eu achei muito interessante escrever um artigo como resultado do estágio, porém vejo como válida a experiência de se escrever um relatório e o motivo é simples: apensar de haver quem não queira ser professor após terminar a licenciatura, para os que serão (o que é inevitável - e sobre isto explico depois) a oportunidade de preparar o relatório será importante, uma vez que será uma outra experiência, que para alguns é nova, ainda desconhecida, mesmo que muitos ainda acreditem ser enfadonha.

Eu, particularmente, não gostaria de fazer o relatório, mas como é uma formalidade da disciplina e, além disso, o atual estágio demandará de mais preparação, o que provavelmente fará com que não nos sobre tempo para o artigo, dizendo em palavras mais curtas, não vai sobrar tempo para articular o trabalho e o relatório já tem uma estrutura pré-definida (ao menos é o que eu me lembro).

Não podemos deixar de passar por certas experiências acadêmicas, pois seria como se não tivéssemos passado por lá em momento algum. E, agora, falando sobre o "explico depois" é o seguinte: eu tive uma colega que dizia que não queria dar aula, que gostaria mesmo era de outra área (que no momento não recordo) e desde que terminou a faculdade foi a primeira pessoa que não tinha o curso normal a trabalhar como professora, aliás, ela ainda hoje é professora na mesma escola e já faz 3 anos de colação de grau.

Na verdade, mesmo que se diga não querer ser professor lá dentro da Universidade a visão é diferente, o curso é de formação de professores. Seria bom lembrar disso às vezes.

new blog

20/03/2010

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Olá,

Andei descobrindo umas facilidades do Blogger e recriei o meu. Mudei de endereço, mas não perdi as postagens anteriores.

Continuarei a escrever sobre vários assuntos. Às vezes assuntos "nada a ver", mas como mesmo diz Ricardo Sodré Andrade: “as pessoas fazem, possuem blog pelos mais diversos motivos. Da criação de um diário pessoal e público, em um exercício egocêntrico, porém válido, até o que podemos chamar de utilidade pública, com a publicação de conteúdos úteis a outras pessoas.”, aqui estou eu, publicando minhas postagens que podem ser ou não úteis. Depende de quem lê.

Resolvi mudar o título do meu blog por um motivo bem simples. Eu faço Letras na Unipampa. E o monólogo é porque as palavras ficam soltas na web... apesar de eu saber que não existe de fato um monólogo, uma vez que todo processo comunicativo pressupõe um Outro, ainda que esse Outro seja um Eu idealizado, mas isso é coisa para o Blogando Linguística, que assim que puder retomo suas postagens.

Era isso. Entre, sente, fique à vontade.

antes de voltar às aulas

27/02/2010

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Esta semana já voltei às aulas, são disciplinas obrigatórias oferecidas nas férias. Só que é assim: as disciplinas são mesmo OBRIGATÓRIAS, então nem chance de deixar pra depois porque isto significa atrasar o final do curso. E lá estamos nós.
É volta de aula, sem clima de volta as aulas... engraçado, né?

Assim que eu puder e souber escrever algo melhor certamente volto. Hoje minha cabeça não está das melhores para a escrita. E agora devo voltar pra Ernesto Cardenal, que é tema de um trabalho pra terça-feira.

encarar a vida

14/02/2010

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Fugir não é o melhor caminho. Há quem acredite que determinadas situações são tão difíceis de passar que acabam tentando fugir. Mas, certamente não serão beneficiadas pela fuga. Há problemas que deve-se encarar com muita força de caráter.
Lembro de uma frase que ouvia quando estava na adolescência: Liberdade exige responsabilidade. Realmente, a frase tem todo sentido nesse momento. Uma pessoa que não consegue abrandar um coração que parece de metal às vezes pensa que os que a rodeiam estão ali apenas para julgá-la, quando na verdade apenas desejam que ela se conscientize do que faz, tenha responsabilidade por seus atos para no futuro não se arrepender ou fugir da realidade a fim de não encará-la.
Eu bem poderia retomar um tema de um post antigo, mas melhor nem tocar no assunto. A verdade é que para uns o que é verdadeiro pode não ser para outros, da mesma forma ocorre com a liberdade: para uns é estado de alma, para outros lhes parece o direito de ir e vir para onde querem sem necessidade de dar satisfação a outrem... o problema é que isso só seria possível caso não necessitasses das outras pessoas. Por isso, é sempre crucial lembrar que não importa o que farás, terás que ser consciente das consequências e deves estar preparado para elas, do contrário melhor nem mesmo pensar em agir para errar e culpar aqueles que te rodeiam.

Bom gente, isso seria como se fosse uma pequena carta, um recado para uma pessoa que agiu errado, teve consequências e está fugindo de encarar a realidade. Eu só sei que deveria ter pensado muito bem antes de cometer seus atos.

Triste mesmo é procurar os motivos para o sofrimento.